Maestro de renome em Goiás é investigado por armazenar e compartilhar imagens de abuso infantil
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação em Anápolis que trouxe à tona um dos casos mais repulsivos do ano. O alvo: um maestro conhecido por seu talento e influência no cenário cultural de Goiás. A investigação revelou que o regente mantinha, em equipamentos de informática e mídias digitais, imagens e vídeos de abuso sexual de crianças e adolescentes.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, a PF localizou computadores, celulares e HDs que continham material criminoso. Segundo os investigadores, há indícios não apenas de armazenamento, mas também de compartilhamento dos conteúdos ilícitos pela internet. O material está sendo analisado minuciosamente por peritos federais.

📍 Consequências imediatas O impacto da descoberta foi imediato. A Secretaria de Desenvolvimento e Inovação do Estado de Goiás (Secti) anunciou o afastamento imediato do maestro, que fazia parte da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás. Em nota oficial, a pasta afirmou que repudia veementemente qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes, e reforçou o compromisso com a ética e o respeito aos direitos humanos.
A UniEVANGÉLICA, instituição de ensino superior em que o investigado atuava em eventos e atividades com o coral de colaboradores, também comunicou seu desligamento imediato. A universidade afirmou que recebeu a notícia com surpresa e que tomará todas as medidas cabíveis.
A Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia, onde o investigado prestava apoio logístico à Rede de Núcleos Musicais da Orquestra Sinfônica de Goiânia, solicitou sua exoneração imediata.
🛑 Cultura em choque, sociedade em alerta A trajetória profissional do maestro incluía apresentações internacionais e o respeito de seus pares. Por isso, a revelação de seu envolvimento em crimes tão graves deixou a comunidade artística em estado de perplexidade e indignação.
Este caso levanta um alerta para todas as instituições culturais, educacionais e religiosas: é urgente a revisão de protocolos de segurança e acompanhamento psicológico dos profissionais que atuam diretamente com o público infantojuvenil. O talento não pode ser escudo para o crime.
O ABAnews seguirá acompanhando o desenrolar do caso com rigor jornalístico, respeito às vítimas e compromisso com a verdade.
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